Entenda como a análise de óleo isolante revela falhas incipientes, reduz custo de manutenção e aumenta a disponibilidade dos seus transformadores. Veja testes, normas e quando fazer.
A análise de óleo isolante monitora o “sistema imunológico” do transformador. Pelos ensaios físico-químicos e pela AGD (análise de gases dissolvidos), identificamos contaminação, envelhecimento e falhas incipientes sem desligar o equipamento, guiando ações preventivas conforme normas ABNT e reduzindo custos de parada.
Transformadores falham em silêncio. Antes do curto, o óleo e o papel isolante dão sinais (água, acidez, gases). Sem monitorar, você só descobre na pior hora: quando para a produção.
Falha térmica, arco elétrico e contaminação do óleo derrubam a disponibilidade e encarecem a manutenção corretiva (logística, guindaste, oficinas, perda de produção). É dinheiro e reputação na mesa.
“Dá pra acompanhar sem desligar?”
Sim. Manutenção preditiva por análise de óleo isolante. Ela mostra o estado real do sistema isolante (óleo + papel) e antecipa tendências antes do colapso.
“Quais testes e quais normas?”
Ensaios físico-químicos (rotina): cor, densidade, tensão interfacial, teor de água, acidez, rigidez dielétrica, fator de perdas dielétricas.
AGD (cromatografia): H₂, CH₄, CO, CO₂, C₂H₆, C₂H₄, C₂H₂ etc. Indica falhas incipientes (térmicas/eléctricas).
Ensaios especiais: furanos (2-FAL) para estimar vida do papel; teor de PCB para conformidade ambiental. A interpretação segue ABNT (ex.: NBR 10576 para diretrizes de manutenção do óleo mineral, critérios e ações), com laudo técnico e diagnóstico que viram plano de ação.
“Quero reduzir risco e custo.”
Com laudos periódicos, você planeja (termo-vácuo, regeneração, readequação de parâmetros), estende a vida útil e evita corretivas.
Fale com um especialista TrafoCare: (19) 4042-1717 | contato@trafocare.com.br. Solicite coleta e laudo com diagnóstico.
O que exatamente a análise revela (e como decidir a intervenção)
Principais sinais no óleo (tradução prática)
PCB > 50 mg/kg → não conformidade ambiental; avaliar reclassificação do equipamento (há serviço específico).
Água alta → reduz rigidez dielétrica → risco de descarga interna.
Acidez ↑ / Tensão interfacial ↓ → envelhecimento/oxidação → termo-vácuo, regeneração ou troca.
Fator de perdas ↑ → piora das propriedades dielétricas → avaliar regeneração.
Gases (AGD) → padrão de falha: térmica de baixa/alta temperatura (C₂H₆/C₂H₄), atividade elétrica (H₂/C₂H₂), envelhecimento de isolação sólida (CO/CO₂).
2-FAL → degradação do papel (projeção de vida residual).
PCB > 50 mg/kg → não conformidade ambiental; avaliar reclassificação do equipamento (há serviço específico)

Quando fazer e com que frequência?
- Industrial: anual como base; encurtar intervalos em ambientes severos, altas cargas, histórico de eventos.
- Após intervenção (regeneração, troca de óleo, passivação, correção de vazamentos): novo baseline e rechecagem.
- Antes de paradas setoriais ou entressafra (para planejar manutenções com tempo).
Como a TrafoCare executa?
- Laboratório: rotina + AGD + especiais conforme caso.
- Laudo com diagnóstico + recomendações alinhadas à ABNT.
- Intervenção: termo-vácuo, regeneração, correções, troca de óleo, reclassificação (PCB) quando aplicável.
- Follow-up: reteste (imediatamente após serviços ) para comprovar eficiência. 90 dias pós-serviço para comprovar a reclassificação )
Quer começar certo? Solicite a coleta e o laudo preditivo da TrafoCare.
